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AUTORES A TROLHA

A Trolha reúne hoje grandes nomes de destaques na maçonaria nacional e internacional entre seus autores. Fazem parte do acervo os consagrados Brian Weiss, James Van Praagh, James Hunter, Augusto Cury, Paulo Coelho, Mark W. Baker e Hugh Prather, entre outros.

Saiba mais sobre eles

A TROLHA EDITORIAL

Sempre há Esperança!

Caros leitores, quando a nossa Revista A TROLHA chegar a suas mãos, um dos mais importantes eventos

democráticos do País terá ocorrido – a eleição para Presidente, Governadores, Senadores, Deputados Federais e Estaduais. Só nessa questão poderíamos discorrer opiniões, argumentos, condições, desejos e angústias, por muitas e muitas páginas. No entanto, o que nos resume e pauta é o desejo em ter um representante, independente de quem seja, que busque a conciliação de forma transparente e que expressivamente se mostre apto a retirar-nos desta crise sociopolítica, sem a menção da retirada da liberdade de expressão e das conquistas adquiridas constitucionalmente.

 Em períodos de transição e agitação politicoideológica, há um acréscimo de criatividade e pensamento, maçonicamente falando há um florescer de ideais e atitudes que enriquecem grandemente a Ordem. A ritualística nos centra e o Tempo de Estudos nos estimula a exercer a cidadania. A tão discutida e bem-vinda tolerância nestes momentos é de fundamental importância. O que era um conceito abstrato começa a ter forma e peso nas nossas atitudes mentais. Ponto positivo para nós Maçons por termos esta oportunidade e as ferramentas tolerância, temperança, que devem ser aproveitadas no saber acolher e amparar as diferenças de opiniões e fazermos seguir o caminho da retidão.

 Uma vez concluída a ocupação dos cargos políticos, e tendo em vista que não há dúvidas de que a nossa Sublime Instituição é uma entidade educativa, filantrópica e filosófica, tendo como principal objetivo, o aperfeiçoamento moral, social e intelectual do homem. Certa ocasião o nosso inesquecível Irmão José Castellani citou em uma de suas Obras, “A Ação Secreta da Maçonaria na Política Mundial”, onde comenta as palavras de um Grão-Mestre do Grande Oriente de França em uma Assembleia Nacional do Grande Oriente em 1960, publicada na revista “La Chaine d’Union” – A Cadeia de União – segundo a citação de Paul Naudon, no livro “La Franc Maçonnerie”:

 “os amanhãs que nos esperam não dependem de nenhum determinismo e de nenhuma fatalidade. Não serão os dias queridos da Providência, nem os dias preparados pelos cuidados de uma magia qualquer. Nossos amanhãs serão os

que tivermos feito, se o soubermos prever e preparar. Neste trabalho prospectivo, alguns pontos fi xos podem e devem guiar-nos como marcos permanentes de nossas obras e justificação de nossa existência.

 São eles:

– O sentimento, aprofundado ao ponto de se tornar instinto de fraternidade;

– O sentimento cívico no estádio universal que é a nossa vocação própria;

– Enfim, a proteção do homem e dos valores que ele representa, com o que o caracteriza essencialmente: a aquiescência à razão, aos valores morais permanentes e à Liberdade.

 Pois saber não é tudo. É necessário, primeiro, compreender, querer compreender. É mister Amar, também, querer Amar.”

 O trabalho de capa nos dá uma amostra do que vimos externamente até agora e do que advirá certamente dentro dos grupos maçônicos, redes sociais repletas de notícias falsas ou deturpadas de acordo com o interesse de quem produz, numa quantidade tão grande que impede a formação de senso crítico e um cansaço mental para buscar as coisas reais, como são verdadeiramente. O trabalho em questão, A Maçonaria Perde uma Grande Oportunidade, foi elaborado pelo Irmão Luciano do Espírito Santo – Oriente de Sorocaba-SP.

 “A Maçonaria está destinada a refazer o mundo e a tarefa não é superior às suas forças, contanto que ela se torne o que deve ser” – Pensador Oswald Wirth.

 Sempre há Esperança!

 Nosso Grande e Fraterno Abraço a Todos!