Clique aqui para conhecer a vida e obra de Xico Trolha
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O Supremo Conselho de São Paulo, |
| consternado pelo falecimento do Grande Irmão e amigo Xico Trolha, | |
| bem como à família Maçônica de Londrina, | |
| envia votos de condolências à família do pranteado Irmão, | |
| pelo infausto acontecimento. | |
| Irmão Durval de Oliveira | |
| Supremo Conselho de São Paulo | |
| É como ser humano que quero aqui depor: | |
| não perdemos Xico. Nem nós Maçons, | |
| nem sua família de sangue o perdemos. | |
| A sua morte material o levou como energia para dentro de nós, | |
| nas lembranças de sua grandeza e de sua inapagável saudade. | |
| Irmão Nilton Alves da Silva | |
| Oriente de de Governador Valadares – MG | |
| A dor da morte de um homem bom como Xico Trolha nos faz | ![]() |
| sentir com maior intensidade quanto era digno de viver tão | |
| querido por tanta gente. | |
| Irmão José Linhares de Vasconcelos Filho | |
| Oriente de Brasília - DF | |
| El querido hermano Xico Trolha era una lumbrerade la masonería | |
| mundial, su obra ha dejado un sello inborrable en la masonería | |
| brasilera , y tiene eco en todos los rincones del plantea donde haya | |
| masones. Su desaparecimiento deja un vacio que no creo nadie sea | |
| capaz de llenar. Su memoria, sin embargo, servirá para inspirarnos | |
| y estimularnos a tratar de imitar su entusiasmo, su amor por la | |
| Francmasonería , y su permanente optimismo. Hago votos por que | |
| su alma prosiga sus trabajos en las columnas de lo alto, bajo el | |
| magisterio del GADU. | |
| Irmão León Zeldis | |
| Oriente de Tel-Aviv - ISrael | |
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(Rio de Janeiro) Como o rio que nasce na serra da
canastra, Xico Trolha, meu velho camarada, viveste uma vida a mais de 1.000
metros de altitude. Embora do Paraná, transbordava como em Minas Gerais, uma
cascata de mais de 200 metros de sinceros amigos e admiradores. Como o rio
teve várias cachoeiras sendo as mais belas a Cida e a Evelise; isto sem falar
da Estela, aquela gata que você tanto admirava. Esta a sua geografia, velho
Xico. Pediu-me sua filha que escrevesse um pouco sobre você, sobre o Irmão,
amigo e editor. Ora, meu velho Xico, isto muitos já fizeram melhor do que
este pretensioso articulista. Percebe-se o seu sorriso maroto que, por estar
onde está, antecipa a ironia deste “criador de casos” que o seu talento
ajudou a moldar. A coisa aqui vai mal. A cultura maçônica está órfã de pai e
os seus filhos não encontram a guarida e apoio para adornar a Arte Real.
Talvez você possa mandar um e-mail para os responsáveis exatamente como os
seus editoriais contundentes que fizeram da “A TROLHA” a primeira revista de
vanguarda brasileira. Creio que muitos Maçons não estão recebendo devidamente
a “A TROLHA”! Ultimamente muitos sentiram a sua ausência e resolveram
visitá-lo, mas foi uma viagem sem volta e estão fazendo falta. O Maciel, o
Wilson e outros mais. Parece que a fila é longa e você precisa dar um jeito
nisto. De outro modo não vai sobrar ninguém. Dizem até que o Hércule está se
achando a bola da vez. Pode? A Trolhinha, que finalmente confirmou a autoria
do seu apelido, está indo muito bem. Percebe-se nela um Maçom de respeito. Ou
seria Maçona? Não, é um Maçom com o sinal de uma Quarta Grandeza. Não fizeste
um filho, mas ganhaste uma filha que está fazendo o papel do filho na sua
luta diária, numa revista criada por você para homens de toda ordem,
inclusive para os preconceituosos e arrogantes. Como vai o Felisberto? Sinto
muita falta dele. De vez em quando fico pensando que o paraíso deve ser
formidável, mas eu continuo optando em ser o porteiro com a honra de abrir o
portão para vocês. Bem, meu mano, eram estas as parcas palavras que eu tinha
para te dizer. Se quiser entrar em contato digite freddy@fraternidade/Xico e
se não for incômodo anexe um arquivo da sua alegria de estar vivendo bem e em
união com os Irmãos de maneira suave e longe da vaidade das vaidades, como
disse... você sabe!
(Brasília) – Não o conheci pessoalmente, ainda que ambos
militássemos na mesma área, o jornalismo, integrássemos as mesmas entidades
representativas – na diretoria inclusive – e ambos Maçons, ainda que de
Orientes diversos, mas absorvi muitos de seus ensinamentos e, na verdade,
nenhum Obreiro da Maçonaria Brasileira contemporânea deixou de receber,
assimilar, refletir, concordar ou discordar sobre os temas de sua vasta
bibliografia, composta por mais de 30 livros, conferências, artigos e
palestras. Xico Trolha, assim alcunhado, foi o jornalista e escritor
Francisco de Assis Carvalho que há apenas alguns dias fez a passagem,
deixando desolados dezenas de milhares de Maçons em nosso País que, antes que
um Irmão, tinham no veterano militante um Mestre. |