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Editorial
Maçom, que gente é essa???
Com toda a simplicidade que o mundo atual exige, podemos dizer que somos seres humanos comprometidos com a construção de uma sociedade fraterna, solidária, ética e justa, com o coração abrigando grandes anseios, dando em especial o sentido na vida e seu propósito.
Como em toda instituição, temos as regras e princípios a serem seguidos, tanto para entrarmos quanto para permanecermos nela. Deixamos a individualidade de querer demonstrar sua independência, para buscar interesses em coletividade. Sabemos que a humanidade não foi feita para a independência e sim para a interdependência. Assumimos o risco de acreditar uns nos outros e, nesse mesmo sentido, a transparência nos é exigida e, para isso, temos que ser igualmente merecedores.
Não menos importante de saber “quem somos” é saber também “quem não somos”, funcionando como colunas de “crédito” e “débito” em um balancete contábil, saber se queremos ser a locomotiva ou um simples vagão. Questões estas, que somente poderão ser respondidas com o constante exame de consciência sobre os nossos atos na caminhada e participação na sociedade.
Há mais de 4 mil anos, um jovem chamado Elmesu moldou em argila o primeiro cartão desejando sorte, saúde e longa vida a seu pai, dando origem ao “Dia do Papai”. Embora em datas distintas, como em outros países, no Brasil comemoramos o “Dia do Papai” e não o “Dia dos Pais” como o comércio passou a divulgar, no segundo domingo do mês de agosto, data criada e atribuída ao publicitário Sylvio Behring, conectando com o dia de São Joaquim – Patriarca da Família, que vinha ao encontro de seus objetivos, ou seja, “a comemoração da data, no recesso do Lar, unindo criaturas pelo amor, pelo carinho, pelo respeito e reconhecimento, oferecendo oportunidade para a manifestação indispensável ao desenvolvimento do espírito de grupo familiar” – Sylvio Behring.
Parabéns aos Maçons e a todos os Papais!
Fraternalmente,


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